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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Bolsa Família: 11 anos e 11 conquistas



Olá alunos,

 
Existe muita controvérsia sobre os efeitos e objetivos do Programa Bolsa Família. A postagem de hoje busca analisar os reais impactos que essa política pública tem na economia do pais e sobre modo de vida de seus beneficiários.
 
Agradecemos a sugestão dessa notícia, que foi enviada pelos alunos (Isaac Marsico do Couto Bemerguy, Marcelle, Lorraine Vargas, Francisco Vargas e Mariana Pataro) da turma T1 do primeiro período da Faculdade de Direito da UFF.
 
Esperamos que gostem e participem.  


Fellype Fagundes e Carlos Araújo
Monitores da disciplina "Economia Política e Direito" da Universidade Federal Fluminense


No exterior, o reconhecimento do Programa Bolsa Família é notável: políticos do mundo todo e pesquisadores das mais prestigiosas universidades querem conhecer essa política social. Já no Brasil, o cenário é bastante diferente. Passada mais de uma década, uma grande parte da população ainda tem grande dificuldade de aceitar os benefícios alcançados pelo Bolsa Família. Poder-se-ia argumentar que o entusiasmo de fora é fruto do desconhecimento da realidade brasileira. Nós acreditamos que o que ocorre é exatamente o contrário: fora do Brasil, as pessoas olham abertamente para o Programa, desprovidas dos preconceitos que paralisam uma grande parte da população brasileira.


Com base nos relatórios de impacto do Bolsa Família, sintetizamos aqui algumas das conquistas alcançadas nos últimos 11 anos. Nosso objetivo é ajudar a desconstruir alguns mitos que prevalecem no senso comum, como a ideia de que o Bolsa Família está produzindo uma geração de “vagabundos”. Na verdade, devido à condicionalidade na área de educação e saúde, o Programa comprovadamente está produzindo exatamente o oposto: uma geração de estudantes com frequência escolar 10% maior do que a média nacional, uma população mais saudável e, finalmente, trabalhadores mais engajados – e consequentemente mais críticos e exigentes - no mercado de trabalho.

1. O Bolsa Família tem um custo muito baixo aos cofres públicos


Ao contrário do que é dito popularmente, em termos econômicos, o Bolsa Família é um programa barato, representando apenas 0,45% do Produto Interno Público (PIB) brasileiro.

2. Aquecimento da economia

O dinheiro pago ao Bolsa Família volta para os cofres públicos via impostos, já que ele é usado principalmente para a compra de produtos básicos para uso imediato, como comida e remédios, ou a médio prazo, como bens duráveis. Por ser um dinheiro dinâmico de alta circulação, ele também aquece a economia de baixo para cima, dinamizando, consequentemente, o setor de serviços do País. Como resultado, a cada real adicional gasto no Bolsa Família estimula-se um crescimento de 1,78 reais no PIB.

3. Superação da extrema pobreza e redução da desigualdade social

O Bolsa Família ajudou a retirar 36 milhões de pessoas da situação de pobreza. A pobreza e a extrema pobreza somadas caíram de 23,9% para 9,6% da população. Houve uma redução inédita da redução da desigualdade de renda no Brasil nos últimos 10 anos, e o Bolsa Família foi responsável por 13% dessa redução.

4. Melhorias na saúde da população de baixa renda


Redução em 51% no déficit de estatura média das crianças beneficiárias. O déficit de estatura é um indicador de desnutrição crônica e está associado ao comprometimento intelectual das crianças. Os meninos beneficiários de cinco anos aumentaram 8 milímetros, em média, em quatro anos.


Entre 2005 e 2009, a cobertura de vacinação entre as famílias beneficiárias passou de 79% para 82%.   As mulheres grávidas beneficiárias têm 1.6 consulta a mais do que as mulheres não beneficiárias na mesma condição.


Houve também redução da mortalidade infantil entre zero e seis anos em 58% por causas relacionadas à desnutrição e diminuição das doenças infecciosas relacionadas à desnutrição e à diarreia, além do aumento da porcentagem de crianças de até seis meses alimentadas exclusivamente pela amamentação.


5. Melhorias na educação da população de baixa renda
 
O Bolsa Família mantém 16 milhões de crianças e adolescentes na escola. Os estudantes beneficiários do programa têm menor taxa de abandono do que os não beneficiários.

No ensino médio, a taxa de abandono dos beneficiários do Bolsa Família é de 7,4% ante a dos não-beneficiários de 11,3%. No ensino fundamental, a taxa de abandono foi de 2,8% para os beneficiários do programa, enquanto a dos não-beneficiários era de 3,2%. Ou seja, o cumprimento da condicionalidade do Bolsa Família faz com que os beneficiários não apenas frequentem a escola, mas também apresentem melhores indicadores que crianças pobres e não beneficiárias do programa.

6. Redução do Trabalho Infantil
 
O Bolsa Família ajudou a diminuir o número de horas do trabalho doméstico entre crianças e adolescentes de 5 a 17 anos – decréscimo de 4,5 horas no geral e de 5 horas para os meninos.  Houve o adiamento de 10 meses na entrada no mercado de trabalho de crianças e adolescentes do sexo masculino.

7. Empoderamento das Mulheres


O pagamento é feito diretamente à mulher responsável pela família, o que levou a um processo de empoderamento em seus lares. Com um poder sobre os gastos familiares, as beneficiárias decidem mais sobre as compras e têm mais controle sobre sua vida conjugal. Com a segurança monetária proporcionada, as mulheres se sentem menos dependentes dos seus maridos, muitos dos quais agressivos e têm mais poder em uma eventual separação.


As beneficiárias ampliaram o uso de métodos contraceptivos (9,8 pontos percentuais de alta), reforçando a autonomia e o exercício dos direitos reprodutivo entre as mulheres.


Para as mulheres não ocupadas, o Bolsa Família contribui para um aumento  de 5 pontos percentuais procura por trabalho, com destaque para a região Nordeste.


8. Superação de preconceitos contra o Bolsa Família (1): “O Bolsa Família incentiva os pobres a fazer filhos”
 
Diz-se que as pessoas oportunisticamente terão mais filhos para receberem mais benefícios. Na verdade, a tendência de declínio de fertilidade da população brasileira continua notável em todas as faixas de renda, sendo que a redução recente da taxa de fertilidade tem sido ainda maior entre as mais pobres.

9. Superação de preconceitos contra o Bolsa Família (2): “O dinheiro do Bolsa Família é gasto com roupas de ‘marca’”:
 
Beneficiárias não fariam uso adequados dos recursos monetários a elas transferidos. Na verdade, verificou-se que famílias pobres em situação de insegurança familiar são mais propícias a gastarem seus recursos em alimentação.


10. Superação de preconceitos (3): “Efeito-preguiça: o Bolsa Família acomoda e sustenta vagabundos”: 

Em termos de ocupação, procura de emprego ou jornada de trabalho, os dados são iguais entre beneficiários e não beneficiários do programa. Ademais, a probabilidade de quem recebe o Bolsa Família estar trabalhando é maior – 1,7% a mais para homens, 2,5% para mulheres – do que entre pessoas da mesma faixa de renda que não participam do programa.


Há também estudos que mostram que o Bolsa Família também não incentiva a informalidade. O incentivo à acomodação ou à informalidade é praticamente nulo.


Sobre o número de pessoas que já deixaram o Bolsa Família voluntariamente, calcula-se que foram 1,7 milhão de famílias.


11. Superação de preconceitos (4): “Bolsa Família estimula corrupção local e clientelismo”
 
O pagamento é feito da Caixa Econômica Federal diretamente às famílias, via cartão bancário, sem passar pela interferência dos agentes do poder local. Agentes locais apenas coletam informações das famílias beneficiárias, informações estas que são enviadas ao MDS para análise da elegibilidade das famílias e finalmente o sorteio das que serão beneficiárias do programa.


Prestígio e Futuro
 
Por essas e muitas outras razões, como a melhoria nas moradias e no sentimento geral de bem estar das populações mais pobres, o Bolsa Família é um modelo no contexto internacional, sendo considerado o principal instrumento de transferência de renda do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Bolsa Família foi apontado, em 2013, pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como uma das principais estratégias adotadas pelo país que resultaram na superação da fome, retirando, assim, o país do mapa da fome mundial. Adicionalmente, a Associação Internacional de Segurança Social (AISS) concedeu ao Brasil um prestigioso prêmio internacional devido ao caráter inovador de redução da pobreza trazido pelo Bolsa Família, considerado o mais importante do mundo dentro dos grupos de programas de transferência condicional de renda. A instituição espera, ainda, que o Bolsa Família sirva de exemplo para que mais países implementam programas similares em benefício de seus cidadãos.


A população brasileira precisa ter consciência de suas próprias conquistas para que possa reivindicar pela manutenção e aperfeiçoamento do Programa. Se, em uma década, o Bolsa Família trouxe resultados tão positivos que sequer eram previstos, é possível acreditar que, daqui a poucos anos, teremos uma geração de cidadãos que, por estar ainda mais nutrida, educada e empoderada, reivindicará por seus direitos fundamentais, exigirá mais respeito e encarará o Brasil de forma mais crítica, inclusive exigindo melhor qualidade – e não apenas o acesso - dos serviços de educação e saúde.


Se não está se formando uma geração de vagabundos, se traz tantos benefícios gastando apenas 0,5% do PIB, por que muitos ainda se opõem tão veemente ao Programa Bolsa Família?

Link Original

domingo, 8 de junho de 2014

Confiança voltará depois das eleições, diz Dilma à indústria





Olá alunos,

A produção nacional desacelerou no primeiro trimestre deste ano, registrando crescimento de apenas 0,2%. A postagem de hoje expõe os possíveis fatores causadores dessa redução.

Esperamos que gostem e participem.

Fellype Fagundes e Carlos Araújo
Monitores da disciplina "Economia Política e Direito" da Universidade Federal Fluminense

Em suas recentes reuniões com empresários da indústria, a presidente Dilma Rousseff admitiu que o pais vive um “problema seríssimo de expectativa”, que está afetando o crescimento econômico.

“Enquanto esse problema não passar, fica muito difícil o processo”, disse Dilma, ao defender o país e seu governo das criticas de perda de credibilidade entre investidores internacionais.

Ela pediu que o empresariado confie em uma mudança de clima “quando novembro chegar” após a eleição. E fez questão de dizer que esta fazendo a sua parte, mas que nem sempre é fácil lidar com expectativas negativas.

“Nós fizemos o possível e o impossível”, afirmou, citando como exemplo de ação para estimular o crescimento os financiamentos com juros subsidiados do BNDS.

“Podem falar à vontade que é ruim ficar subsidiando o PSI (Programa de Sustentação do Investimento), porque vamos subsidiar, sim”, afirmou, respondendo a críticas dos tucanos.

Em resposta a uma pergunta do empresário João Dória, Dilma atribuiu a expectativa ruim na economia ao período eleitoral: “Na minha época, tinha um filme “Quando Setembro Vier”. Eu acho que (vai melhorar) quando novembro vier, após a eleição vai mudar a expectativa”.

A avaliação da presidente foi feita na semana em que o IBGE divulgou, na sexta (30), que a produção nacional desacelerou no primeiro trimestre deste ano, registrando crescimento de apenas 0,2%, o que leva o próprio governo a estimar alta do PIB abaixo de 2% em 2014.

Na sexta, o ministro Guido Mantega (Fazenda) admitiu que uma das causas do crescimento fraco foi a inflação, que esta perto do teto da meta (de 6,5% ao ano), o que tem servido de munição para a oposição. Nas reuniões com empresários, por sinal, Dilma reclamou desse tipo de crítica.

“Falam que a inflação do governo da presidente Dilma está quase descontrolada. Então, vamos ver os números. Nos três primeiros anos do FHC estava acima de 12%. Nos três primeiros anos do Lula, quando a situação era dificílima, chegamos a 7,52%. Nos meus três anos esta em 6,08%. Não há hipótese nenhuma de sair de controle”.

Em suas reuniões, ela tem reclamado do tom pessimista dos empresários, utilizando em sua defesa os cenários de crise traçados para o país no início do ano e que, segundo ela, não se concretizaram.

“A tempestade perfeita foi cancelada em prosa e verso”, disse, em referência à expressão cunhada pelo ex-ministro Delfim Netto, para advertir que o Brasil poderia entrar em crise quando os EUA começassem a retirar os estímulos monetários.

“O Brasil ia quebrar, teríamos uma crise monstruosa, a credibilidade do país ia se esvair. O Brasil quebrou?”, perguntou aos presentes. Respondeu ela própria que um país que recebe US$ 65 bilhões de investimentos estrangeiros diretos e tem US$378 bilhões de reservas, “a quinta maior do mundo”, “não é frágil”.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

II e III Jornadas Comemorativas de 25 anos de Pós-Graduação da Faculdade de Economia

Olá alunos,

Venho hoje divulgar as II e III Jornadas Comemorativas de 25 anos de Pós-Graduação da Faculdade de Economia serão nos dias 10 de outubro ( hoje), com o tema ''Crise Econômica e Crise da Teoria Econômica'', e 17 de outubro, com o tema ''Política Social''.


Maiores informações:  http://www.proppi.uff.br/novo/ii-e-iii-jornadas-comemorativas-de-25-anos-de-pos-graduacao-da-faculdade-de-economia


Aproveitem e participem,


Yuri Antunes Moreira

Monitor da Disciplina ''Economia Política e Direito'' da Universidade Federal Fluminense.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Primeira Jornada Comemorativa 70/25 da Economia

Olá alunos,

Venho por meio deste divulgar a Primeira Jornada Comemorativa 70/25 (70 anos do curso e 25 anos da pós graduação) da Economia que vai ocorrer nos dias 3 e 4 de outubro. Seu tema será:''Desindustrialização e crescimento econômico no Brasil: Mitos e realidades''.

Um tema desses é muito interessante não só para estudantes de economia, mas também para alunos de todas as áreas. Trata-se de um assunto que a todo momento vemos sendo debatido nos mais diversos canais mas, com essa Primeira Jornada, poderemos ter certeza do que é mito ou verdade em tudo o que é falado. Aproveitem essa oportunidade. Mais informações no link abaixo com o Folder do evento.


Local: Auditório da Faculdade de Economia – Niterói
Rua Tiradentes, 17, Ingá

Link do Folder com maiores informações.

Espero que gostem.


Yuri Antunes Moreira
 Monitor da disciplina ''Economia Política e Direito'' da Universidade Federal Fluminense.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Prêmio Seae 2012

Olá alunos,

nessa postagem, divulgaremos aqui o Prêmio Seae 2012, um concurso de monografias a respeito do campo da Economia e Direito. É muito válida a participação de quem se interessar. Pode ser importantíssimo para o futuro acadêmico de vocês. Qualquer dúvida, sintam-se a vontade para me perguntar tanto aqui no Blog como no e-mail.

Yuri Antunes
Monitor da disciplina ''Economia Política e Direito'' da Universidade Federal Fluminense.



Concurso de Monografias em Advocacia da Concorrência e Regulação Econômica


Descrição
O Prêmio Seae de Monografias tem a finalidade de estimular a pesquisa acerca dos temas subjacentes à defesa da concorrência e à regulação econômica e de difundir esses temas junto à comunidade acadêmica brasileira e à sociedade em geral, reconhecendo os trabalhos de qualidade técnica e de aplicabilidade na Administração Pública.

Para a Edição 2012 do Prêmio, ass monografias deverão abordar os seguintes temas: Advocacia da Concorrência e Regulação Econômica. Por favor, acesse o
Regulamento para mais informações sobre os temas.

Data Limite
Até dia 15 de outubro de 2012.
Elegibilidade
Poderão concorrer trabalhos individuais e em grupo, de candidatos de qualquer nacionalidade, idade ou formação acadêmica (graduação ou pós-graduação).
Premiação
Serão premiados os três primeiros colocados em cada um dos dois temas previstos. A Comissão Julgadora poderá conceder até duas menções honrosas, com diploma e direito à publicação do trabalho. A premiação dos vencedores será a seguinte:
1.        Valor de R$20.000,00 para o 1º colocado em cada tema;
2.        Valor de R$10.000,00 para o 2º colocado em cada tema;
3.        Valor de R$5.000,00 para o 3º colocado em cada tema;
4.        Certificado de vencedor para os três primeiros colocados e eventuais menções honrosas;
5.        Publicação da monografia dos três primeiros colocados e eventuais menções honrosas.


Os valores dos respectivos prêmios estarão sujeitos à incidência, dedução e retenção de impostos, conforme legislação em vigor, por ocasião da data de pagamento dos prêmios. A Seae definirá o número de exemplares da publicação, tratada neste documento, que caberá a cada autor de monografia premiada.
Requisitos
As monografias deverão apresentar, preferencialmente, enfoque atual com aplicabilidade para o caso brasileiro. Somente serão consideradas as monografias cujo contexto incidir sobre defesa da concorrência ou regulação econômica.


Restrições
Cada candidato, incluindo o coautor, se houver, poderá apresentar apenas uma monografia, em um dos temas previstos. Ficam impedidos de participar:
1.        Trabalhos de autoria dos membros da comissão julgadora e dos responsáveis pela execução do concurso, lotados na Diretoria de Educação da Escola de Administração Fazendária;
2.        Capítulos de teses ou dissertações que já tenham sido premiadas; e
3.        Trabalhos premiados em concursos da Seae ou em outros concursos congêneres.
Forma de Solicitação
As inscrições deverão, obrigatoriamente, ser encaminhadas via encomenda expressa, do tipo Sedex, ou serviço similar, com data de postagem até 15 de outubro de 2012, para o seguinte endereço:

Escola de Administração Fazendária (Esaf)
VI Prêmio Seae 2011
Diretoria de Educação (Dired)
Rodovia DF-001, km 27,4
Setor de Habitações Individuais Sul, Bloco Q, Lago Sul
71686-900 Brasília-DF

A inscrição deverá conter os seguintes documentos:
1.        Ficha de Inscrição devidamente preenchida e assinada pelo autor ou representante do grupo;
2.        Comprovante de Inscrição preenchido, que será devolvido após a conferência dos documentos, como prova da aceitação da inscrição;
3.        Declaração preenchida e assinada pelo autor ou representante do grupo, informando que a monografia não caracteriza, no todo ou em parte, plágio ou autoplágio;
4.        Cópia do documento de identidade e/ou de cada integrante do grupo;
5.        Currículo atualizado, assinado e com todas as páginas rubricadas do autor e/ou de cada integrante do grupo;
6.        Cópia do diploma de graduação ou pós-graduação em curso e instituição reconhecida pelo Ministério da Educação;
7.        Uma via impressa da monografia, preferencialmente em espiral ou grampeada;
8.        Resumo da monografia com um máximo de 200 palavras, contendo até três palavras-chave sobre o trabalho;
9.        CD-ROM com os itens (7) e (8) em arquivo compatível com as versões 2003 do MS-Word, ou superior, e, quando se tratar de planilhas ou gráficos, compatível com as versões 2003 do MS-Excel, ou superior. O arquivo magnético deverá ser idêntico à monografia e ao resumo impressos.

O resultado do julgamento será publicado no Diário Oficial da União e estará disponível nos sites da Seae e da Esaf a partir do dia 27 de novembro de 2012.

A solenidade de premiação será realizada em Brasília em data a ser divulgada oportunamente. Para que participem da cerimônia de premiação, serão fornecidas diárias e passagens, em território nacional, desde que residentes fora de Brasília-DF, aos autores das monografias premiadas ou, no caso de trabalho em grupo, ao representante, inclusive àqueles com menção honrosa.
Contatos
Informações:
Fone: (61) 3412 6018
E-mail:
premio-seae.df.esaf@fazenda.gov.br
Home Page
Fonte
As informações descritas acima foram obtidas na home page da Financiadora.
Última Revisão
19/6/2012